i write this rather awkwardly on the iphone while walking down to the han river for my evening run. while passing one intersection the sickening thought of this county becoming my permanent home occurs and a subsequent feeling of exile arises.
the last few years have had a prominent korean feel to them. friends, girlfriends, language. but ive never actually become enamoured with it in any way. its just kind of chosen me, somehow.
there are many other countries out there far more interesting and amenable to outsiders that id like to live in. but theres sometime unique about this one, something slightly dark, something ordinarily human which, no matter how much i came to deeply hating it but a few months ago, keeps me waiting anxiously for some benefit that may actually never materialize.

maybe ive just made my peace with a place that made me feel like a non entity. ethnicity is a strange thing.

eu passei um tempo pensando em escrever ou em inglês ou em português. daí me lembrei de um sonho que sonhei uns dias atrás em que não consegui de jeito nenhum falar um português. até o sonho mesmo teve lugar no rio, mas sempre que ia falar uma coisa o que saiu foi só coreiano. recentemente até na hora de falar para um falante nativo de inglês sem querer se vai misturando as duas línguas. é uma sensação bizarro, aquela sobre a noção ou possibilidade de começar a esquecer sua língua materna.

bom, não queria escrever sobre aquilo. fiz a mudança pra cá 12 dias atrás. como o tempo passa rapidinho. fora da gente da aula não consegui fazer amigos a não ser através do facebook. um dia dei uma olhada na lista de amigos de um gringo (americano) que fala o coreiano perfeitamente (até que o deram um programa de radio, ainda não assisti mas é grande coisa um gringo se tornar celebridade na coreia) – e daí fui adicionando  umas amigas dele que achei bonitas. queria adicionar muito mais só que ia parecer estranho adicionar tantas a uma vez só. tb esse cara é quase rockstar só por falar bem uma língua que nem muita gente de outros países sabe falar bem. por dia o cara recebe até 50 solicitações de amizada, a vasta maioridade apartir de mulheres de idade universitária. americano branco que sabe a língua e dá aulas gratuítas de inglês.. é vida fácil.

bom. o dia depois da mudança eu consegui marcar um encontro com uma. foi divertido e a gente marcou mais um para a semana seguinte mas ela acabou se esquecendo do marcado study group e foi dando aquelas desculpinhas de ”esse é o meu último semestre tem muitos trabalhos e tal vai ser difícil pra gente…” e nem sei quando ou se a gente marcar mais um vez ou não, tenho idéia nenhuma. de qualquer jeito quase esqueci dela, já. mas ela é muiiiito gostosa. é uma pena.

então desisti daquela e me concentrei mais numa que é realmente uma coisa lindinha que nem uma boneca asiática. ela tem 25 anos, é enfermeira e parece ter um coração simpática. faz 6 dias que ando conversando com ela e só acabei sabendo faz uma hora que ela mora mais de uma hora longe da cidade. não seria grande coisa se ela não trabalhava pra caramba à noite no hospital e dorme quase o dia todo por causa disso. mais uma vez me fudei. essa tb nem sei quando vou poder encontrar mas mesmo assim vou esperar. não é dizer que não pretendo procurar outras mas se eu receber um convite dela pra saír claro que vou aceitar. ela é bem o tipo pra casar então vale a penar esperar.

fora de tentar encontrar mulheres so correr, malhar.. manter o corpo em bom estato fisical. e estudo. estudo pra caralho. como sempre aprendo rapido e muito. mas geralmente demora muito pra achar motivação de continuar estudando desse jeito. a vida tá sem equilíbrio nenhum nesse momento. as coisa que faltam são as mais importantes de der coragem e estimular o espírito. antes de vir me dizeram sem parar que ia bem fácil encontrar namorada(s) e novos amigos e tal. não tá sendo nada parecido até essa instante mas quem sabe o que acontecerá no futuro próximo.

ainda mais o povo asiático é muito mas tímido então demora pra se apegarem. melhor jeito que tem por aqui de fazer um novo amigo-a rapidinho é nos lugares oú se bebem alcool. só isso. apesar das dificuldades de ser um gringo na coreia tem instrutores de inglês que fiquem anos por causa das coreianas embriagadas que são fáceis a ‘conhecer’. não tenho saído à noite ainda mas antes de mudar pra cidade eu veio beber com uns amigos uma vez e sim me lembro que só por causa de ser gringo eu acabei atraíndo a atenção de umas dessas embriagadas, aquelas que, se quiser logo pode levar pro motel. elas bebem muito, e muito mesmo.

sendo um feriado prolongado (4 dias) amanhã à noite os classmates reunimos para jantar e beber. daí vê se a festa finalmente começa pra essa nova vida temporária.

Nari, Me, Messi. Asakusa

Tokyo Tower

Nari and I, Meiji. Notice hungover facial expression.

EN

First up, went off to Harajuku with Nari to check out what’s up. It was saturday morning, so pretty quiet, but lots of nice girls and expensive stores. Most impressed by the girl out of the front of the AKB48 (forty-eight member Japanese girl group) official store. Right next door was Meiji so we went to see that, amazing how well Japan can maintain its traditions while at the same time modernizing to such an extent.

After this we took the subway (although it wasn’t underground) to Asakusa. Managed to see the SkyTree on the way (new 600m communications tower) before meeting Nari’s friend Messi. Had udon and tempura for lunch – they say that a particular cuisine always tastes better in its country of origin and in this case the distinction was certainly noticeable. Not even that expensive either, for all that they say about how expensive Japan can be (I think Sydney is becoming worse in price terms).

We also checked out the Edo museum which brought back some memories of when I studied Japanese history a while back. After this, walked around Asakusa some more then went over to Tokyo Tower in Minato, another surreal place that I had wanted to see since I first saw a picture of it. Went up the tower too but due to fog couldn’t see the whole skyline, but could definitely get a sense of how big the city actually is. 35 million metropolitan? 1.75 Australias. Last stop of the evening, purchasing $1.50 umbrella right after which the rain stops, and stopping by a ”traditional salaryman’s drinking hole” in Ginza. At this point felt really absorbed into the regular Japanese lifestyle.

FR

Tout d’abord on est allé vers Harajuku avec Nari pour vour ce qu’il y avait. Donné que c’était même samedi matin il n’y avait pas trop de personne mas ici et là c’étaient des belles femmes et beaucoup de boutiques chères. J’était assez impressioné par la fille qui se tenait debout en face du magazin officiel de AKB48 (une girl group de quarante-huit membres). à côté de là se situait le Meiji (une sanctuaire construit pendant une periode historique significante) donc on y est allé le voir. C’est étonnant que le japon peut aussi bien préserver ses traditions tandis qu’il se modernise si rapidement.

Alors ensuite on a pris le metro (à la surface, pas sous-sol) vers la direction de Asakusa. En chemin on pourra voir le SkyTree (récemment construit tour de transmissions) avant de rencontrer l’ami de Nari. On a mangé udon et de tempura ensemble. C’ést vrai ce que l’on dit, une cuisine a toujours un meilleur goût si l’on en mange dans la pays de sa origine, par example si je mange de la cuisine japonaise en australie le goût sera manqué si on la compare avec la même chose cuisiné au japon. Le prix aussi c’était pas trop haut, malgré ce que l’on dit sur les prix au japon. Je pense même que ça, en respect des prix, se devient pire en sydney ces jours-ci.

On a aussi fait un tour dans le musée d’Edo. ça m’a rappellé un peu du temps oú j’avait étudié l’histoire japonaise il  a quelques ans. Ensuite on se promenait un peu plus autour de l’Asakusa et puis on est allé voir le tour de Tokyo à Minato, encore un endroit surréaliste dont je rêvais dès la prémière fois que je l’avais vu dans une photo. On l’est monté mais depuis l’étage de observation on se voyait pas beaucoup chose à cause du brouillard. Mais quand même on pourrait percevoir combien grande est la ville elle-même. 35 millions de personnes, si l’on fait la comparaison avec la population d’australie, 1.75x plus grande. Dernier arrêt du soir, d’achéter une parapluie à $1.50 après que la pluie c’est immédiatement arrêté, et puis de passer quelques heures à un bar de salaryman (homme d’affaires) à Ginza. à ce point là je me sentait que je vraiment participait au style de vie japonais.

PT

Para começar fui com o Nari a Harajuka para ver o que há. Dado que era sábado de manhã não esteve muita gente na rua mas mesmo assim houveram algumas japonesinhas lindas e lojas de marca. Fiquei mo impressionado pela linda que estava de pé na frente da loja de AKB48 (girl group de quarenta e oito membros todas entre as idades de 15 e 20 pelo visto). Bem na vizinhada se localizava o Meiji (sanctuário religiosa? construido alguns séculos atrás) então a gente foi o ver. é impressionante o quanto o japão possa mantenir suas tradições ao mesmo tempo que se moderniza com tanta rapidez.

Depois fomos pegar o metrô (superficie) ruma Asakusa. Conseguimos ver o SkyTree (torre de transmissões terrestres de 600metros de altura) e daí encontramos o amigo do Nari chamado Messi. Almoçamos udon e tempura. Como sempre dizem, a comida de um certo país, quando se come no país de origen mesmo, tem mil vezes mais gosto do que quando a come na estrangeira. Nem foi tão cara a refeição, quase igual aos preços de sydney (embora no meu visto a sydney vai se tornando mais caro ainda).

Também fomos conhecer o museu do período Edo que me fez lembrar do tempo em que estudava a história do japão há um tempo. Depois daquilo caminhamos pelo bairro de Asakusa e fomos direto ao Tokyo Tower em Minato, mais um lugar surreal que sempre queria conhecer a partir do momento quando vi uma foto dele pela primeira vez. Subimos até 150 metros e apesar de não podendo ver tudo por causa da bruma ainda conseguimos tirar uma impressão de quanto é gigante a cidade mesma, prédios espalhados até o horizonte. Na área metropolitana mesma abrange cerca de 35 milhões de inhabitantes, que é igual à 1.75x a população da austrália. Última parada da noite foi num bar para os ‘homens de negócios’ ou na linguagem local ‘salarymen’. Também compramos guarda-chuvas à $1.50 cada mais na mesma hora parou de chuver. Naquela altura da viagem já sentia que fazia parte da vida quotidiana dos japonês, e não só um túrista qualquer.

Nari and lady friend, I forgot her name again!

English

So I’ve decided to use some of my three day weekend to write a not-too-long-winded recollection of the 8 days I spent in Japan. In short, it’s my favorite place in the entire world.

Day 1: Seoul to Tokyo.

Woke up about 6am, headed down the road to the bus stop at 7, took a bus directly to the airport and arrived there roughly 8:30am. South Korea can be convenient when it wants to be. Asiana was a pain in the ass, making me buy a round trip fare according to Japanese immigration rules (although they never checked it) and as a result after the refund I was left $100 short. Usually I like airports but Incheon at 9am is a nightmare. I arrived after midday in Japan and subsequently noticed quite a vast difference in the mannerisms of both Seoul and Tokyo airport staff.

At Narita, I headed downstairs to exchange my JRail voucher for the pass and took the NEX (Narita Express). During the 1 hour on the train I again noticed the quite obvious differences with Korea, particularly architecturally. In Korea you see endless rows of huge apartment blocks resembling communist Russia, whereas in Japan it’s mostly houses, with those stereotypically traditional roofs.

I got off at Shibuya and spent almost two hours trying to find an ATM that would accept international cards. It was surprising to come up against this difficulty in such an industrious country. I started to notice that in my interactions with Japanese particularly shop-staff is that they would always use Japanese with me until I made it obvious that I couldn’t speak. Even on some occasions where my input wasn’t necessary, no English would be exchanged. This really impressed me. Korea is much the opposite, it’s assumed that white people don’t know the Korean language which makes it difficult to practice because it takes great pains to persuade them that you can speak and understand their tongue. Not all of them are like that, but many.

Later on around 9:30-ish I met a Japanese friend of mine called Naritoshi and his girlfriend. We went to what I guess was a restaurant near the heart of Shibuya, to eat some stuff and drink sake. Actually I can’t remember what we ate, but I can remember our waitress who was gorgeous, and dressed in traditional garb too, I think the term is yukata. She was really really spritely, bubbly. But she had no English whatsover, which was a little regrettable. I guess it was at that point that I decided once and for all to make one final attempt at learning Japanese, as this time there is some definite impetus. Afterwards we took the last train to Nari’s girlfriends house, introduced myself to Japanese TV (exciting). After only a short time I was already in love with the place, the people, much more than expected.

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Français

Donc j’ai decidé à utiliser ce long week-end à faire un exposé sommaire sur les huit jours que j’ai passé en japon. En resumant, c’est ma poste la plus préférée dans le monde entier.

Prémière Jour: De Seoul à Tokyo.

Je me suis reveillé environ six heurs du matin et puis à sept heurs je suis allé à pied jusqu’à l’arrêt de bus oú j’ai pris un bus qui va directement de mon banlieue à l’aéroport internationale de Seoul à Incheon. J’y suis arrivé à peu près de huit heurs demi – parfois le corée il peut être tellement practique comme ça. l’Asiana m’a rendé putain à cause de me faire payer pour le billet de voyage retour (d’accord avec les régles d’immigration japonaise, quioque quand j’y suis passé personne n’a pas demandé voir ce billet-là). Ainsi j’ai perdu $100 comme frais de remboursement. Putain. Généralement j’aime passer des temps dans l’aéroport mais cette fois-là c’était vraiment degeulasse. Je suis arrivé tôt après-midi à Tokyo et immédiatement je me suis rendu compte des différences entre les manières du personnel de chaque pais corée et japon.

à Narita j’ai descendu au sous-sol pour le but de échanger mon coupon de JRail pour le passe lui même et puis j’en ai utilisé un prennant le train Narita Express (NEX). Pendant la passage j’ai encore une fois remarqué les différences entre ce pais et le corée en particulier l’architecture. En corée il n’y a rien que des grands édifices d’apartments jusqu’àu horizon comme la russe des jours USSR. Mais en japon la plupart est composé de maisons de toit traditionnel stéréotypique.

Alors j’ai descendu à Shibuya oú je passe presque deux heurs en trouvant un ATM qui acceptait les cartes bancaires internationaux. C’était vachement étonnant à rencontrer ce type de probleme dans un pays si developpé comme ça. Je me suis aussi rendu compte du fait qu’avec moi l’on parlé toujours en japonais en fois de l’anglais, jusqu’àu point oú j’ai manifesté mon ignorance de la langue. Il y avait aussi des fois que il fallait pas ni un mot d’anglais donc dans ces occasions je seulement fermait ma geule et écoutait tranquillement. C’est presque la contraire en corée. On y présume que les gens occidentaux n’ont pas aucun abilité de langue coréenne donc c’est tellement dur la tâche de les montrer qu’on peut en fait bien parler et comprendre leur langue. Pas tout le monde, mais beaucoup de gens sont d’accord avec quelle généralisation.

Un peu plus tard je me suis reuni avec mon camarade japonais que j’ai connu à sydney, et j’ai fait la connaisance de sa copine. On est ensuite allé dîner à un resto sympa près du coeur de shibuya, objectif de boire sake. En fait je me souviens pas trop de ce qu’est passé là mais sûrement je me rapelle de la belle serveus qui nous avaient servu pendant le soir. Elle s’est habillé traditionellement et possèdait un espirit sympa et effervescent. Je me suis tombé amoreux. Malheureusement elle ne parlait ni un mot d’anglais. C’est à ce point là j’ai enfim fait la resolution à apprendre le japonais, car j’avait trouvé d’élan pour l’en faire. Ensuite on a pris le dernier metro et sont réntrés chez la copine de nari. Même après un temps si court en japon j’en m’avait passioné, plus que j’avait anticipé.

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Português

Então decidi usar meu tempo livre durante esse fim de semana comprido para relatar minha viagem na japão de forma resumida. Para resumir, tem se tornado o lugar que mais amo em todo o mundo (sinto muito, brasil.. mais segundo lugar não é tão ruim se considerar quantos países já visitei).

Primeiro dia: de Seul a Toquio.

Acordei às seis da manhã et rumei à parada de ônibus onde peguei um que vai direito ao aeroporto internacional. Cheguei à mais ou menos oito e meia. Quanto ele quer, a coréia do sul pode ser um lugar bem conveniente. A Asiana (cia) encheu o saco. Fazeram-me comprar um bilhete de ida e volta para poder passar pela imigração japonesa, mais eles nem acabarem me pedindo tal bilhete na hora de chegar là. Depois de pedir o reembolsamento acabei devendo pagar uns $100. Ladrões. A maioria das vezes eu gosto de passar tempo em aeroporto qualquer mais dessa vez foi um pesadelo total, nove da manhã num aeroporto tão frequentado como aquele. Cheguei no Toquio um pouco após meio dia e daí comecei a reparar uma diferença grande entre a gente de cada país – coréia e japão.

No aeroporto de Narita, descei ao nivel subterrâneo para trocar minha ticket de JRail para a carteira de passagem e daí peguei a Narita Express trem e rumei para a cidade mesmo. Durante a hora que passei no trem pela janela observei as muitas diferenças físicas arquiteturas entre a coreia e japão. coréia é só inuméras linhas de prédios de apartamentos estilo comunista, mais no japão geralmente se vê casas mesmo, com aqueles têtos tradicionais estereotípicos.

Descei a shibuya e passei quase duas tentando achar uma caixa automática que aceitava as cartas bancárias estrangeiras. Foi supreendente encarar tal problema num país tão desenvolvido assim. Comecei também a ver que o povo, na hora de fazer uma compra, sempre falava comigo em japonês até que demonstrei que não sabia nada da lingua deles. Foram vezes quando nem precisava falar nada, so escutava eles bem educadamente falando certas formalidades. Na coréia é quase o contrário, só falam em inglês para nós gringos pois eles pensam que a gente não sabe falar em coréiano, daí é difícil fazer eles acreditarem que vc de fato pode entender a fala deles. Não todos mais bastante são assim.

Mais tarde marquei um encontro com um amigo japonês que conheci lá em sydney e ele trouxe a namorada dele também. A gente foi beber sake num estabelicimento de forma tradicional perto do centro da shibuya. Nem me lembro o que comíamos mas com certeza me lembro da nossa garçonete linda vestida em roupa tradicional chamada yukata (o nome da roupa). Ela foi realmente uma querida, cheio de vida e divertida. O problema era que não sabia falar nenhuma palavra de inglês. Então é assim que resolvi tomar uma atitude séria é finalmente me esforçar a aprender o japonês que sempre queria aprender mais achava muito difícil. Agora que tem incentivo vai ser mais fácil. Depois de umas bebidas fomos para a casa da namorada de Nari. Assisti um pouco de televisão japonesa (achei legal) e batia papo até tarde (ou cedo). Me apaixonei para o lugar, mais que tinha previsto.

I’m realising that there is not enough time in the day for everything I’m trying to accomplish. Given that I’ve just taken up learning Japanese, which is regrettably something that I put off continually for many years, there’s just too much in the way of study. Actually the problem is not so much study, but motivation. I have too much of it. I’m so used to learning new languages that each time I begin a new one I try to learn it as quick as possible, because I pick up the basics quicker and quicker each time. In this case, as I’ve managed to build a solid basis with Korean, and the fact that there are more similarities between it and Japanese than I had expected, I’m not encountering any aspect that has been too perplexing.

So within the span of the average day I am trying to cram an 8 hour work day, learning 2 languages, maintaining a blog written in Korean as well as this one (which I intend to contribute to not just in English but Portuguese and French too), eating, sleeping 7-8 hours (which these days I regard as a priority) and to be frank there’s no real time for anything else. Social, entertainment, it’s all taken a backseat at this stage. I haven’t even had a girlfriend for months – which is kind of pathetic considering the so-called “white privilege” that exists in these parts, but we won’t go into that. I don’t know what my obsession is with maintaining such a thoroughly mundane existence for the past few months (although the week in Japan was refreshing, although it did change my perspective on Korea, and not necessarily for the better). I don’t know why it’s so important for me to learn Korean and Japanese to fluency. If I analyze, perhaps it’s a good thing? Seeing things through to completion, for example. I guess that’s the reason I didn’t give up Korean, It’s like getting half way to your destination then turning around, if I were to have abandoned it. Whatever intangible reasons there may be, I can’t see them changing although I would like to alter some aspect of my current schedule to pursue whatever it is that my sub conscious is driving me towards.

I just finished watching Hanamizuki, a Japanese movie inspired by a love story. I watched it several months ago for the first time while still in Sydney, and was impressed to the point that I found and attempted to pursue what I termed my ‘own’ Hanamizuki (the heroine of the movie, whose character’s name is actually Sae). Of course, that failed miserably but I still held onto that conception. Being in Japan recently reminded me of the film so I got hold of a copy the other day although I only managed to view it this evening. The beautiful memories of Japan are still quite fresh (although for some odd reason when I recall certain things it feels like they happened such a long time ago) and so I manage to relate more to the film this time around compared to the first viewing. The lifestyle, the paisages, the atmosphere and the zen-aura of the Japanese, at least the recollection of such things, is a relief from the current ongoing difficulties experienced in Korea.

Tomorrow at 6pm marks the beginning of a 3 day weekend. I don’t want to sound like a barry-nigel (this is what we used to term a no-friends-loser back in the Australian schoolyard) but I wish I had plans. There’s more than enough things to ‘be going on with’ study-wise at least, as well as house-keeping, but I doubt I can sustain such mediocrity for 72 straight hours (minus time spent sleeping), although for sure I’ll take the extra day – beats the hell out of working (which is just about everyone’s motto, right?)..

actually it hasn’t been as painfully depressing as i had expected. in fact, it’s been rather comfortable, like being back at “home” – i don’t have to purchase subway tickets but can use my card, i can read and understand most of the language so now relying on english signs or pictures on restaurant menus (although japan was really good at that to accommodate non-speakers) and i don’t have to worry about finding accommodation every day (but to be honest, that was pretty exciting, that type of temporary nomadic existence, emphasis on temporary).

i came back quicker than expected. i had planned to stay until today in japan (a couple days shopping and wandering around fukuoka) but because of the transport convenience i realised i could make it back in time for work on saturday, although i had missed friday. i took the ferry about 3pm to busan, then ktx (korean shinkansen) about 8 arriving in seoul 10:30pm. it’s quite a long way with various forms of transport, all in 7.5 hours. i hope i could have stayed longer in busan but unfortunately time didn’t permit.

anyway i found that i only had one class yesterday. i came at 11, hung around until 2, “taught” for 1 hour then we all went home. time would have been better spent in japan but i ended up saving money on hotels and that sort of thing by coming back early, and we did end up going out last night which was fun. today i start japanese language. i’ve never been so hyped about starting a new language. i always wanted to do japanese because it’s awesome but the kanji continually drove me away. but through korean i’ve ended up having to learn chinese characters anyway, and from realising that japanese and korean have similarities in both that regard and in grammar and some general vocab, i realised it would be a waste not to learn it.

Now im back in korea, from here on begins the constant comparisons with japan. I prefer not to think like that. But rather that they are two completely separate countries with certain things in common but a social essence which exibits quite a significant disparity. Ill continue to live in korea, until the end of the year but my attention will likely turn wholeheartedly towards japan and the study of the language.

Its amazing how one week can completely change (and further complicate) one’s life.